A paixão me olha com olhos famintos de desejo e eu me perco, meio cega, sem saber aonde vou parar.
A paixão me abraça e eu me sinto nas nuvens, vou perdendo o chão.
A paixão me beija com lábios de chocolate e Nutella!
A paixão me devora com dentes afiados me triturando , me deixando sem formas...
Então já não tenho forças...apaixonada estou!
Me olhe...
Me abrace...
Me beije...
Perco as forças então me devore...
terça-feira, 13 de outubro de 2015
domingo, 11 de outubro de 2015
domingo, 19 de julho de 2015
Colei os cacos do coração, cada pedaço foi remendado ao som da "banda do mar".
Meticulosamente fui lembrando de cada momento vivido, das doces tardes e dos domingos de "prigas", dos 189 dias com ELE!
Cada dia 29 vezes 06.
Lembranças...
Doces como os Kit Kats roubados na lojas Americanas;
Amargas como o brigadeiro de panela queimado;
Gostosas como o macarrão improvisado naquela tarde de domingo;
Alteradas como a cachaça com fanta laranja no bar do Gaiola;
Intensas como "eu e você"...
Finitas como as séries que você me indicava...
Coração remendado não sofre mais de amor!
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Como Desnamorar
Pedidos de namoro sempre são cheios de afetividade e intensidade, até os mais simples são carregados dessa mágica que atinge a esfera dos relacionamentos.
Já tive alguns que vão desde um por do sol na praia a uma mensagem de texto pelo celular...recentemente me pediram em namoro com um poema escrito pela própria pessoa com este fim, é claro que a "peseudoescritora" que vos fala não iria resistir, golpe baixo que só os apaixonados e literários entenderão.
Após o pedido vem a convivência, a descoberta, a mesma ocorre de forma intensa e tudo parece um conto de fadas ( sim pessoas, eu sou romântica - eu acho).
Mas ai eu fiquei pensando esses dias, pedi em namoro é fácil, mas já pensaram o sacrifício e a dificuldade em pedir para DESnamorar? (não sei se alguém já usou esse termo, caso não, quero os meus direitos..rs)
Escrevo este texto ao som de Vanessa da Mata - Amado - e ele é totalmente diferente de todos que costumo escrever, segue abaixo ideias e dicas de como pedi para desnamorar alguém.
1- Faça um jantar, com uma comida que o casal goste em comum, após comerem, mostre de forma tranquila como não está dando certo mais a dupla romântica e que agora está liberando a pessoa para novas aventuras amorosas;
2 - Coloque todas as cartas e fotos do casal em uma caixa e envie por correios a casa da pessoa, com uma carta contendo o pedido (pelo menos a pessoa vai ficar feliz de receber uma carta, nos tempos atuais);
3 - Marque um passeio em uma área arborizada, (esse ambiente, oferece tranquilidade), então lance o discurso singelo e sincero;
4- Após aquele cineminha agradável, seria um bom momento para dizer que não dá mais certo;
5- Mande flores brancas (PAZ) e no cartão comunique o fim.
IMPORTANTE:
- Evite gritos, pois a pessoa que está sendo pedida em desnamoro já compartilhou com você momentos de felicidade e companheirismo.
- Não há como evitar choros, logo avisando!
- Não há como evitar choros, logo avisando!
Saibam que a fase pior não é o desnamoro e sim o desamar...esse sim é um processo lento, frio, difícil e dolorido...espero ter dicas futuras sobre esse tema.
Feliz dia dos namorad@s pessoas...sejam felizes e amem de forma única e verdadeiras!
Segue o som da Diva - Vanessa da Mata!
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Hoje um pássaro cantou na minha janela pela manhã, talvez ele cante todos os dias, mas a minha pressa do cotidiano pode ter me tornado insensível aos sons e sinais da natureza.
Talvez não seja a pressa...
Talvez seja a dor que emudece os sons da alma...
Confesso que invejo o pássaro, que sempre canta e voa para onde quer, sem compromissos - belo e atraente.
Sim, já quis ser pássaro, borboleta, abelha e mariposa...mas acontece que eu sou humana, não tenho asas, embora na imaginação crie asas invisíveis que podem me fazer voar por ai cantando canções.
Não cortem as asas do pássaro imaginário, ele nasceu para voar!
Talvez não seja a pressa...
Talvez seja a dor que emudece os sons da alma...
Confesso que invejo o pássaro, que sempre canta e voa para onde quer, sem compromissos - belo e atraente.
Sim, já quis ser pássaro, borboleta, abelha e mariposa...mas acontece que eu sou humana, não tenho asas, embora na imaginação crie asas invisíveis que podem me fazer voar por ai cantando canções.
Não cortem as asas do pássaro imaginário, ele nasceu para voar!
"Invejo as flores que murchando morrem,
E as aves que desmaiam-se cantando
E expiram sem sofrer..." (Álvares de Azevedo)
E as aves que desmaiam-se cantando
E expiram sem sofrer..." (Álvares de Azevedo)
quarta-feira, 22 de abril de 2015
O cheiro da chuva
Os livros desarrumados
A musica tocando
Por dentro eu gritava:
"Me leve para nunca mais voltar"
A mente dolorida
Refletindo a confusão dos livros
Leituras inacabadas
Desarrumados
Desalinhados estamos:
Eu, os livros e a chuva.
Poesia sofrida e sem rima de uma alma
VAZIA...
Os livros desarrumados
A musica tocando
Por dentro eu gritava:
"Me leve para nunca mais voltar"
A mente dolorida
Refletindo a confusão dos livros
Leituras inacabadas
Desarrumados
Desalinhados estamos:
Eu, os livros e a chuva.
Poesia sofrida e sem rima de uma alma
VAZIA...
"Que o esforço pra lembrar é a vontade de esquecer"
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Querido amigo,
Sei que anda questionando minha ausência nos últimos tempos, é que venho passando por dificuldades sem fim, o que me impede de dá notícias mais precisas, além dos sorrisos postados nas redes sociais.
Acontece que nesses meses não existiram somente sorrisos e festas, eu perdi um grande amor e chorei dia e noite com isso, aprendi que feministas também amam e que são capazes de ações de desespero para recuperar esse amor (talvez eu nem seja tão feminista assim ou não tenha entendido o que é o feminismo).
Nesse tempo eu também pude perceber a minha capacidade de reinvenção, eu tive que recriar meu Eu e meu mundo social, muitos amigos se foram (os emprestados), muitos surgiram, então percebi que nem sou tão anti social como eu achava, agora tenho meus próprios amigos, com cores e tonalidades que combinam comigo.
Descobri que não se morre por amor como dizem os poetas do romantismo brasileiro, embora eu tenha desejado a morte e prendido a respiração por dias, então eu encontrei a capacidade de sobrevivência à amores mal curados.
Aprendi que histórias precisam de um ponto final, para que você possa dá início a uma nova, mas isso deveras não é fácil (sempre preferi as reticências que o ponto final).
Entendi que amores acabam por vários motivos e que um relacionamento não depende apenas do casal, mas sim de todo ambiente em que ele está envolvido, então cultivar um ambiente saudável é fundamental, não devemos perder tempo em coisas que desde o início apontam que não são boas e que não fazem bem a você.
Os choros aparecem ainda junto com as lembranças de verões passado, então amigo nesses dias eu ando relendo mentalizo palavras chaves: Força, Resiliência, Fé, Recomeço.
Dizem que ando me enganando e me fazendo de forte, mas acontece que cada um de nós temos nossas verdades e uma fonte de forças sem fim.
Vou ficando por aqui, aguardo retorno, estou com saudades das nossas conversas.
Sei que anda questionando minha ausência nos últimos tempos, é que venho passando por dificuldades sem fim, o que me impede de dá notícias mais precisas, além dos sorrisos postados nas redes sociais.
Acontece que nesses meses não existiram somente sorrisos e festas, eu perdi um grande amor e chorei dia e noite com isso, aprendi que feministas também amam e que são capazes de ações de desespero para recuperar esse amor (talvez eu nem seja tão feminista assim ou não tenha entendido o que é o feminismo).
Nesse tempo eu também pude perceber a minha capacidade de reinvenção, eu tive que recriar meu Eu e meu mundo social, muitos amigos se foram (os emprestados), muitos surgiram, então percebi que nem sou tão anti social como eu achava, agora tenho meus próprios amigos, com cores e tonalidades que combinam comigo.
Descobri que não se morre por amor como dizem os poetas do romantismo brasileiro, embora eu tenha desejado a morte e prendido a respiração por dias, então eu encontrei a capacidade de sobrevivência à amores mal curados.
Aprendi que histórias precisam de um ponto final, para que você possa dá início a uma nova, mas isso deveras não é fácil (sempre preferi as reticências que o ponto final).
Entendi que amores acabam por vários motivos e que um relacionamento não depende apenas do casal, mas sim de todo ambiente em que ele está envolvido, então cultivar um ambiente saudável é fundamental, não devemos perder tempo em coisas que desde o início apontam que não são boas e que não fazem bem a você.
Os choros aparecem ainda junto com as lembranças de verões passado, então amigo nesses dias eu ando relendo mentalizo palavras chaves: Força, Resiliência, Fé, Recomeço.
Dizem que ando me enganando e me fazendo de forte, mas acontece que cada um de nós temos nossas verdades e uma fonte de forças sem fim.
Vou ficando por aqui, aguardo retorno, estou com saudades das nossas conversas.
"Cansei de carregar milhões de medos
Das pessoas que me cercam e pesam de agonia
Eu já tenho lá os meus anseios, os meus receios
Que eu perco com a luz do dia
(...)
A melhor parte de mim eu acabei de descobrir
E se perguntarem por mim, diga que estou ótima"
domingo, 18 de janeiro de 2015
Nos últimos meses eu ando refletindo e vivenciando o FIM, não fugi a regra de entender que teoria e prática nesse caso também estão associadas, é preciso um movimento reflexivo pra entender isso.
Já tinha presenciado pessoas tristes e chorosas pelos cantos se lamentarem pelo FIM...eu metida a forte imaginava que nunca ia acontecer isso comigo, não que eu não fosse vivenciar um FIM, mas eu não reagiria daquela forma...fracas pessoas que sempre acreditaram no tal do "felizes para sempre".
Quanto ao meu FIM, ele não veio de surpresa, já era algo anunciado há anos, as vezes ele queria chegar e ficar, mas eu tratava de mandar ele voltar mais tarde - Sr. FIM, hoje não! pode ser próximo mês? e assim eu ia enganando- o maldito ou bendito - com promessas e beijos intermináveis.
Um dia o FIM não acreditou mais, chegou e ficou, instalando na minha vida um alvoroço, amigos se foram, pois dele não gostaram, familiares se desesperaram e até conhecidos se decepcionaram.
É amigos...o FIM trouxe choro, revolta, RAIVA, ÓDIO, decepção, tristeza e mágoa...mas quando fui com ele me acostumando, percebi que "final felizes" existem quando nos é dada a chance de um novo começo...
FIM
Aprendendo a recomeçar...
Já tinha presenciado pessoas tristes e chorosas pelos cantos se lamentarem pelo FIM...eu metida a forte imaginava que nunca ia acontecer isso comigo, não que eu não fosse vivenciar um FIM, mas eu não reagiria daquela forma...fracas pessoas que sempre acreditaram no tal do "felizes para sempre".
Quanto ao meu FIM, ele não veio de surpresa, já era algo anunciado há anos, as vezes ele queria chegar e ficar, mas eu tratava de mandar ele voltar mais tarde - Sr. FIM, hoje não! pode ser próximo mês? e assim eu ia enganando- o maldito ou bendito - com promessas e beijos intermináveis.
Um dia o FIM não acreditou mais, chegou e ficou, instalando na minha vida um alvoroço, amigos se foram, pois dele não gostaram, familiares se desesperaram e até conhecidos se decepcionaram.
É amigos...o FIM trouxe choro, revolta, RAIVA, ÓDIO, decepção, tristeza e mágoa...mas quando fui com ele me acostumando, percebi que "final felizes" existem quando nos é dada a chance de um novo começo...
FIM
Aprendendo a recomeçar...
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Mais um ano se finda e com ele as reflexões comuns ao final de um ciclo.
2014 definitivamente não foi um ano bom na minha vida, eu não cumpri um item sequer da minha listinha de "coisas a fazer".
Esse ano se encerra e vou deixando nele uma história de 07 anos( esse número é cabalístico)...é eu sofri muito, mas passou...um dia escrevo algo sobre como briguei, me feri, me mutilei, gritei, orei e me desesperei para superar essa grande dor...que está passando...SEMPRE PASSA!
Espero que 2015 me surpreenda positivamente e como de costume vou colocar coisas a fazer, espero que dê certo.
Felicidades a tod@s!
2014 definitivamente não foi um ano bom na minha vida, eu não cumpri um item sequer da minha listinha de "coisas a fazer".
Esse ano se encerra e vou deixando nele uma história de 07 anos( esse número é cabalístico)...é eu sofri muito, mas passou...um dia escrevo algo sobre como briguei, me feri, me mutilei, gritei, orei e me desesperei para superar essa grande dor...que está passando...SEMPRE PASSA!
Espero que 2015 me surpreenda positivamente e como de costume vou colocar coisas a fazer, espero que dê certo.
- Escrever mais no blog (2014 foi tão tenso que nem forças pra escrever aqui eu tive);
- Terminar o mestrado ( é pq se não for em 2015 não será mais :P);
- Voltar para o teatro ( Isso quase aconteceu em 2014);
- Voltar para o karate ( A rotina do mestrado me tirou da minha grande paixão, um mal necessário);
- SER LIVRE
Felicidades a tod@s!
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Quando a felicidade traz a inspiração e sensações não cabem em um pedaço de papel...
Quando o cuidar não incomoda e o estar perto é o suficiente para se acalmar...
Quando um quadrado tem dimensões infinitas e cores brancas são coloridas...
Quando a saudade tem som de porta batendo e faz com que as despedidas sejam inaudíveis...
Quando o surreal passa a ser real e sintonia de prazer seja uma constante...
Quando prazos não tem validade e paixões não tem fim...
Quando escrever é sinônimo de felicidade
é quando se foge a regra e não se liga pra estética poética
é quando
se Ama...
"Ficamos só eu e você"
Quando o cuidar não incomoda e o estar perto é o suficiente para se acalmar...
Quando um quadrado tem dimensões infinitas e cores brancas são coloridas...
Quando a saudade tem som de porta batendo e faz com que as despedidas sejam inaudíveis...
Quando o surreal passa a ser real e sintonia de prazer seja uma constante...
Quando prazos não tem validade e paixões não tem fim...
Quando escrever é sinônimo de felicidade
é quando se foge a regra e não se liga pra estética poética
é quando
se Ama...
"Quando" adv. Denota ocasião temporal;
"Ficamos só eu e você"
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